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Segredos entre linhas

Segredos entre linhas

31
Ago21

Plásticos no mar e publicidades enganosas sobre prevenção do ambiente

S|a|t|u|r|n|o

Como pessoa sustentável, e tenta fazer de tudo para diminuir a sua pegada ecológica, fico totalmente chateado com quem não é assim.

Irei contar uma história que aconteceu comigo a uns dias, é verão, está uma onda de calor que chega perto dos 40.º, decidi ir à praia domingo de manhã, nadar um pouco e cuidar da minha saúde mental, fui à prainha do Caniçal uma praia que recomendo imensamente. Fui dar o meu mergulho logo que cheguei não estava quase ninguém na praia, fui apanhar um sol e depois voltei a ir dar um mergulho, na segunda vez dei por mim a pisar algo estranho dentro de agua, dei logo um pulinho e fiquei com medo de ser um peixe morto ou assim, mas curioso como sou decidi ir ver o que era, por momentos julguei que seria um abre-latas, mas depois quando mergulhei e apanhei vi que eram dois copos de plásticos, daqueles de arraiais, fiquei chocado com que existe ainda mesmo pessoas que deitam lixo no mar, nisto reparei estarem deitados mais a cima um casal que estavam com copos igualzinhos, fiquei a olhar para os mesmíssimo escandalizado, eles vieram falar comigo e deram a desculpa que foi o vento. Agora digam-me se eu não tivesse insistido a ver o que era, os copos ainda estariam lá e iam bater ao fundo do oceano e demorariam cerca de 50 anos a decompor-se. Nunca passei por uma situação assim, eu fiquei completamente ofendido.

Quero comentar também sobre as publicidades enganosas sobre a preservação do ambiente, um conceito que eu gosto imenso é as embalagens de champô que diz "reciclado" e é quase quinze euros enquanto deviam ser os mais baratos para as pessoas começarem a comprar. 

Os carros elétricos, serão sempre a minha publicidade favorita sobre a prevenção do ambiente,  no fundo da história são os piores para o ambiente, não deitam fumo nem substancia para o ar, mas cada carro elétrico contem minerais essenciais como o cobalto e lítio, minerais que são subterrâneos, ou seja, necessitam de escavação para ser encontrados, e cada bateria normalmente é preciso mudar a cada 5 anos, ou seja, cada vez mais exploração e maior consumo dos mesmos até ficarem em vias de extinção. Assim como um telefone, a bateria gera calor quando o veículo é utilizado e até três vezes mais durante a recarga. Para evitar o super aquecimento, existem sistemas de arrefecimento. Quanto mais os fabricantes correrem atrás de recargas mais rápidas, mas cara será a refrigeração da bateria.

Resumindo nós somos cobaias das empresas e quanto mais as mesmas procuram hipóteses alternativas para o planeta mais acabam por destrui-lo.

Por isso, reciclem e sejam felizes! 

Até um dia! 

Saturno

Você pode dizer o quão avançada uma sociedade é pela quantidade de lixo que recicla.

25
Ago21

Travel moments

S|a|t|u|r|n|o

Hoje deparei por mim a ver a minha caixa de viagens, apesar de só ter 16 anos, já fui a alguns sítios como, por exemplo: França e Londres e a mais alguns, mas estes foram sem dúvida os que mais me marcaram.

À França fui com os meus pais, o meu pai é fluente em Francês e a minha mãe também, ficamos hospedados na casa de um primo da minha mãe, um T1, diariamente de manhã acordávamos às seis horas, e íamos buscar ‘croissants’ de chocolate quente, a pala disso engordei uns cinco quilos, metíamos no metro e rodávamos a cidade toda. Tínhamos uma rotina de almoço, íamos a um supermercado comprávamos pão, patês e queijos, e as vezes um frango, houve uma vez que sobrou um frango inteiro e demos a um grupo de sem-abrigo. Decidimos passar uma semana a Nancy, cidade onde o meu pai viveu treze anos e a minha mãe cinco, uma cidade incrível e extremamente acolhedora, recomendo bastante! O que arrependo-me até hoje é ter tirado fotos só no Snapchat, aplicação que estava na moda na altura, e ter acabado por ficar só com duas fotos.

A Londres fui com a minha tia, para a casa da minha madrinha(que não é minha madrinha e sim da minha mãe, mas essa informação é irrelevante) e a minha madrinha teve alguns problemas de saúde e nós fomos lá ajudar, penso que  só me arrependo de não ter visto Londres a noite, pois deve ser incrível, também tive o azar do big bang estar em obras e não ser visível. Uma cena que me marcou imenso foi sem dúvida os meus almoços quando saímos de casa, pois normalmente íamos ao LIDL e eu comia sempre a mesma sandes de frango com uma banana, a minha madrinha a mesma salada com uma laranja e a minha tia uma sandes de atum com um maracujá. O que custou mais nesta viagem foi ter que levar a minha madrinha a hospital todos os sábados para fazer quimioterapia e depois ter que cuidar dela, mas foi sem dúvida das melhores viagens que já fiz.

Deixo aqui algumas fotos destas mesmas viagens.

Até a próxima

Saturno

Londres.

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França

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21
Ago21

Um pouco de mim sei lá

S|a|t|u|r|n|o

Bem, nunca pensei em alguns aninhos de vida, realmente estar a escrever um ‘blog’, ou como eu gosto de chamar momento de reflexão, mas aqui estou eu a tentar partilhar a minha vida convosco. 

A minha alcunha é Sofia, apesar de não bem saber o motivo, acredito ser uma alcunha muito interessante, pois vem acompanhada de uma longa história, lá estava eu por volta dos meus 12 anos na missa(sim, na missa coisa que não é lá muito comum na geração de hoje em dia) acompanhado por amigos e uma senhora que deveria ter por volta de 80 anos vira-se para mim e diz `oh! Sofia, sabia que o meu gato gosta de dormir debaixo das cobertas?`e eu rica pessoa que sou não liguei muito ão nome e respondi serenamente ´a serio? Bem ele deve gostar muito de calor` os meus amigos que apreciavam o meu jeito desata-se todos a rir, fiquei sem entender nada durante um bom tempo, mas depois logo entendi. Certamente, parece que a história afinal não é assim tão longa. 

Adoro ler, leio cerca de dois livros por semana, o livro que estou agora a acabar de ler é o Teorema de (K)atherine, um livro para pessoas obcecadas por física como eu e nada interessante, porém estou a lê-lo, tenho um top3 de livros que ainda não está completo, o que está em primeiro lugar é A procura de Alaska, do mesmo autor do livro ´A culpa é das estrelas` e ´Teorema de (K)atherine´, passaria horas a falar deste livro, porém irei deixar para falar noutro post, e o segundo ´Armadilhas da mente´ de Augusto Cury, um livro particularmente interessante e recomendo imenso!

Penso que hoje é só isto. Beijinhosss

Até a próxima 

Saturno. 

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